terça-feira, 27 de julho de 2010

Mamãe, não quero ser o Mogli!



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Estou cansado de falar com amigos e ver que por mais mente aberta que eles sejam, a maior parte ao gostar de um músico, de uma banda, de um cineasta, de um autor, ou do que seja, terá apenas entrado em contato com o mais famoso, o mais influente, o mais citado álbum de tal pessoa. Todos seguindo os 1001 álbuns, os 100 melhores filmes, os 100 mais influentes livros...

E o resto? Cadê as coisas boas que vão além das listas e seus infames conhecimentos? Antes de mais nada, fique claro que eu adoro listas, fui criado na geração dos mixtapes, e adoro High Fidelity. Mas o papo hoje vai além...

Não fiquem somente nas listas e nos mais famosos. Quer exemplo? Curtiu Surrealistic Pillow? Baixem Crown of Creation. Feed your head, dudes!
Não se contentar com o Essencial é ser genial. Listas e recomendações deveriam ser caminhos, não limitadores. Escolha os teus Essenciais!

Se não por mais amplo que seja o tenho conhecimento, ainda será apenas um modelo, e estaremos todos ouvindo, lendo e vendo as mesmas coisas.
Não se engane, existe padrão de pensamento mesmo nos meios alternativos. Se tu seguir apenas TOPs estarás sendo igualmente um robô ou zumbi.

Como comecei falando sobre música vou dar algumas dicas de álbuns e compositores que gosto e são bons expandores de mentes e gostos. Estarei sendo hipócrita em falar para não seguirem apenas listas e depois escrever uma? Talvez, mas acho que não.

Esta lista não é para vocês ouvirem religiosamente e ficarem nela, mas sim para vocês ouvirem, tentarem entender, apreciarem, irem atrás de outros álbuns dos músicos indicados, irem atrás de outros álbuns no gênero deles, irem atrás de álbuns que tiveram influências neles ou influenciaram eles, ou apenas discordarem dizendo que está uma bosta a seleção (mas argumentando o motivo, por favor).

Este post continua ainda hoje.

Ismael 'Fly' Al. Schonhorst

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