Mostrando postagens com marcador Dilma. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Dilma. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Contos Sujos - A Caçadora - Parte 3


Se você não está acompanhando este conto a primeira parte está logo aqui em baixo. Se está, manda bala na última parte!

Anie continuava descendo e subindo sem parar. O movimento chamava a atenção de todos. Todas as partes do seu corpo pareciam estar em perfeita sincronia. O bêbado seguiu em passos largos e rápidos. Não tinha se dado conta do quanto havia tomado, e cambaleou. Chegou bem perto do ouvido de Anie e por alguns segundos colou seu corpo junto ao da mulher sentindo um pouco do calor da mulher.

Seu pênis endureceu. Foi tomado por um tesão súbido. Impossível de ser controlado. Com uma das mãos, pegou o braço da mulher e tentou movimentá-la. Porém, a última coisa que viu foi o chão se aproximando rapidamente do seu rosto.

Anie virou-se, e com a mão cheia, desferiu um soco certeiro no rosto do sujeito. O impacto foi forte e o homem não esbanjou qualquer tipo de reação. Seu corpo se transformou em uma massa inerte, que durante alguns segundos se equilibrou. Logo depois pendeu, e caiu, direto no chão do bar.

Todos olharam a cena assustados. O sujeito ficou em silêncio por alguns instantes. Anie abaixou-se, e falou com o homem:

-não quer falar agora? Odeio conversar com estranhos.

O homem levantou a cabeça com dificuldade. E com um esforço ainda maior falou:

-sua vagabunda

Anie levantou-se. Arrumou de cabelo, e seu decote. Com toda pose, fez um movimento sutil. Sua perna foi ao encontro do pênis do homem. Forte e seca, e mais uma vez certeira. O que se escutou foi um uivo de dor. O homem se contorcia no chão aos berros. Enquanto isso, a mulher caminhou em nossa direção. Mason cantou no meu ouvido desesperado:

-puta que pariu, ela tá vindo pra cá
-calma - falei sabendo que o próximo a levar um cruzado poderia ser eu

Enquanto o outro bêbado acudia o comapnheiro caído no chão, Anie se sentou ao meu lado. Pediu um drink. Um conhaque, do tipo ruim. Acendeu um cigarro de filtro vermelho. Deu uma longa tragada. Olhou pra mim e perguntou:

-está assustado?
-não
-porquê? Não tem medo do que eu fiz com aquele sujeito?
-não - disse calmamente
-E por que não? - Me perguntou curiosa.

Pensei durante alguns instantes. Valorizei a resposta. dei um trago no meu cigarro que já estava no fim e falei:

-porque não vou fazer o mesmo que ele

Anie deu outra longa tragada no cigarro dela. Bebeu a aquela dose, e pediu outra. Depois, sentou a mão em mim. Mas no meu apartamento. E dentro das minhas calças, durante a noite inteira.

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Conto Sujos - Pavões em bando - Parte 3


Se você não está acompanhando este conto as primeiras partes estão logo aqui em baixo. Se está, manda bala na segunda!

O show de horrores continuava rolando. A cerveja e o conhaque subiam na cabeça de Nathan. E parecia pior do que realmente estava. Os exibicionismos contagiavam a platéia que ficava polvorosa. Rodadas de gim eram distribuídas enquanto insultos eram proferidos as famílias e entes próximos.

Como se tudo que estavam vivendo naquele momento não fosse proveniente do trabalho duro de vidas despertiçadas. Parecia que o que tinham não era suficiente. Mas tinham bebidas, cigarros, viagens, luxo e o principal: tranquilidade. Aquilo na entrava na cabeça de Nathan como um soco na cara quando se baixa a guarda. Pensou em meio a goles e goles:

-De que merda de vida estavam falando? Reclamam quando tem tudo em mãos... como conseguem juntar tanta bosta, e ainda se acharem orgulhosos disso? Da onde essa gente vem?

Claro. O referencial de Nathan era diferente. Nunca tinha tido nada. E aquilo era muito. Muito que foi conseguido com muito couro gasto. Enquanto servia-se, Nick sentou-se e parou com aquela conversa. Foi então que Nathan levantou cambaleante, e foi em direção a roda.

Caminhou com dificuldade. Estava alcoolizado. E sabia como niguém ser desagrável quando estava bêbado. Os ouvintes perceberam que ele iria tomar a palavra. Alguns levantaram tomando rumo para a parte externa da casa. Nathan levantou o braço, colocando a dose de conhaque no alto, falou berrando:

-fiquem onde estão – cambaleou dando a impressão que iria cair – agora sou eu quem vai falar, já escutei merda de mais por hoje...

Butt levantou-se, querendo roubar a cena, fazendo estardalhaço, apontando o dedo para Nathan e dizendo:

-Você não...

Não houve tempo para que terminasse a frase. Nathan desferiu um soco tão potente no rosto de Butt, que seu corpo caiu sobre as outras pessoas que estavam na roda. Todos olharam assustados. Nathan tinha uma boa direita. Enquanto alguns prestavam algum socorro, gritou para que todos escutassem:

-isso é o que a vida faz. Esse aí levanta amanhã. E talvez, levante melhor. E vocês, tratem de cuidarem destas bocas. Tem muita merda saindo daí de dentro.

Nathan pegou uma garrafa de conhaque e saiu sem que os outros percebessem. Butt acordou no hospital, 5 dias depois, sem saber o que havia acontecido.

Para todos os outros, foi impossível esquecer aquela noite.

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Contos - Pavôes em bando - parte 2


Se você não está acompanhando este conto a primeira parte está aqui. Se está, manda bala na segunda!

Nathan continuava ali. Era o guardião do freezer. Enquanto o tempo passava, aumentava o grau de bossalidade do assunto que era tratado do meio da roda. Claro, para quem não queria nada com aquilo era cada vez mais difícil permanecer ali. Mas ainda sim, bem ali perto, ele tinha bebida. E farta. Agora quem estava no centro da roda era Nick.

Era uma das mais populares. Claro, era também uma das mais gostosas da universidade. Até mesmo o próprio Nathan já tinha se aventurado ali sem qualquer tipo de sucesso. Mas ainda sim foi obrigado a escutar toda aquela merda:

-claro que meus pais não queriam. Mas como eu, deste jeto que vocês estão vendo, poderia deixar esta oportunidade. Tem coisas que você tem que deixar para trás, empurrar com a barriga, sei lá... nem todo mundo consegue ver o que você está fazendo. Então fica assim, eu faço o que quero, e quem acredita ou quer acreditar fica desse jeito por que quer. É por isso que eu to nessa, na crescente, vejam bem... tem gente que fica parada, até tem talento, gente que eu conheço, bem próxima... estou falando mentira? Foda-se, não é? Nós que é que sabemos e deixar ficar pra trás o que tem que ficar. Tem muita coisa nessavida que na verdade é uma grande bobeira. Beba, ai pra uma festa e esquece. Cara, vocês tão entrando agora.

As pessoas novamente concordavam com a colocação. Aquela mensagem era dirigida a alguém apesar de ninguém saber. Na verdade eram coisas que deviam ser seguidas. Pelo menos foi issso que Nathan concluiu.

E claro, sentiu asco do que pensou. Mas foi impossível também não chegar a conclusão que ele chegou:

-é claro, tem alguém nessa história. E posso apostar que é um homem. E todo homem, do lado de uma mulher, vira um saco de bosta.

Deu um trago forte na cerveja. Misturou com o que tinha disponível e tentou desviar o olhar para algo útil. Claro, estava complicado.

Continua...

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Contos Sujos - Pavões em Bando - parte 1


Era muita gente. Na sala, alguns violões e bebidas para todos os lados, som, jazz, e mais inúmeras vozes que se misturavam. Os alunos da Universidade de Big City faziam sempre o mesmo ritual no início das aulas. Um fim de semana fora da cidade, em uma casa que ficou conhecida como “maternidade”.

Era o batismo dos novatos. Rolava realmente de tudo naquilo. Gente que bebeu até se cagar todo, sexo grupal, orgias, drogas e tudo que cabeças juvenis, perversas e cheias de álcool se permitem pensar.

Para Nathan, aquilo era uma merda. Pavões ficavam de um lado para outro mostrando os rabos ornamentados, tentando faturar uma foda. Era um show de exibicionismo que dava ânsia. Apesar de não agüentar mais aquilo, tinha que ir. Os faltantes sofriam tantas penas, que seria duro demais aguentar aquela gente torrando o resto do semestre inteiro.

Resolveu beber durante todo o tempo, sem parar. Sabia que fazendo aquilo se tornaria tão desagradável que ninguém se aproximaria . Ficaria em paz e longe daquela gente.

Sentou-se ao lado de um dos freezers da sala, e concentrou-se em beber o máximo possível e ver o movimento das pessoas pela ampla sala do casarão. Ali era o palco ideal para a apresentação dos pavões. Não demorou muito para que o show começar.
Uma rodinha se formou. No meio daquilo, Butt, um dos organizadores do evento exporrava suas glórias para os ouvintes:

- já fui a muitos lugares... Veneza, Milão, fui até a Índia.... minha família tem muita grana, torro o dinheiro todo do meu pai, aquele babaca... ele nunca soube dar valor ao filho que tem...

Todos concordavam com o falante e olhavam com olhar de comoção. Nathan olhou aquilo, e deu uma golada na cerveja. Desceu terrivelmente mal. Procurou outra bebida para acompanhar. Encontrou conhaque. De péssima qualidade. Serviu-se, tomou um duplo e pensou:

-que merda.

Continua...

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Culto e Grosso - Extremistas



Extremistas são um saco. Seja do lado em que estiverem, são um saco. Ontem o país conheceu seu novo presidente. Ou melhor, presidenta. Mas o que parece é que se trava de uma briga entre duas cores. Tanto os que venceram, que tripudiaram e esfregaram o sabor da vitória no rosto do derrotados; quanto os derrotados que engolem tudo com um sorriso amarelo. Ora bolas, nessa disputa só tem um lado que pode sair vencedor! É o lado do povo!

Não estou aqui para falar sobre política. O blog já conta com um analista que é fera. Estou aqui para comentar as manifestações e os sentimentos que tomaram parte do povo, da mídia e de alguns segmentos da sociedade. Uma batalha entre o bem e o mal. Que porra é essa? E o país, onde fica nessa história? Ondeio colocar perguntas retóricas, parece coisa de político, mas é necessário.

E os extremistas. Ah, os extremistas. Durante este tempo foi duro ter que ficar policiando cada comentário. Por que se você fala algo que desagrada a turma da estrela você é um vendido neoliberalista da high society. Agora se você fala que quer um país com mais oportunidades e igualdade para todos é a turma do papagaio que vem como uma onda te chamando de socialista.

Ainda bem que acabou. Todos querem defender o seu. Mas estamos preparados para fazer a nossa terra crescer quando não é um dos nossos que está lá? Ou só há sempre um caminho a seguir: aquele que eu acredito. Aquele que eu voto.

Quando a gente muda, o mundo muda. É hora de dar passos para frente. Ficar de cara amarrada xingando muito no twitter não resolve nada. Braços cruzados não geram trabalho, riqueza e renda. Se é com ela que vamos estar nos quatro anos, vamos trabalhar para que sejam grandes anos.

domingo, 31 de outubro de 2010

Contos Sujos - O pênis falante - parte 3


Se você não está acompanhando, as duas primeiras partes desta história estão logo aqui em baixo. Se está, manda bala na última!

O Cadillac rodou rápido por algumas ruas do centro antigo de Big City. Enquanto Leni dirigia procurando um beco escuro para estacionar o carro, Suzan lhe apalpava as pernas, subindo até as suas partes. A mulher subiu suas mãos até o meio das pernas do motorista. O motor do carro roncou.

Novamente a voz veio lá de baixo:

-para logo esse carro, para logo
Leni tentou ignorar novamente, mas o pênis era insistente:
-deixa eu sair daqui, para logo esse carro!
-aaaahhhh!!! – Leni soltou um berro.
- nossa, o que foi? – disse Suzan sem entender nada.
- tesão da porra, tesão da porra – repetiu nervoso.

Leni achou beco. Entre dois prédios. Era escuro como ele queria. Parou o carro. Suzan subiu no seu colo, já dobrando o banco para trás. As coxas da mulher ficaram expostas. Eram grossas e brilhavam com a luz da noite. O decote do vestido desceu fácil, revelando seios fartos e perfeitamente arredondados.

Parecia obra de um artista. Leni mordeu. Suzan soltava gemidos abafados. O carro balançava. As mãos do homem entraram por baixo do vestido e voltaram empunhando uma calçinha minúscula. Ao mesmo tempo a mulher abria o zíper da calça do parceiro já encaixando-se para ser penetrada. Leni escutou de novo a voz inconveniente:

-ahn lá vou eu! Agora! Agora!

Leni penetrou Suzan com força. Parecia que queria calar o seu pênis. A mulher gritava, sentindo a força dos movimentos. Mas a voz não parava:

-sim, sim! Vamo! To lá dentro! Eu sou demais!
-cala a boca! – gritou Leni novamente no momento em que soltava tudo que estava guardado há tanto tempo. Suzan olhou para ele nervosa e falou:
-que merda é essa de me mandar calar a boca?
-não foi com você que eu falei – disse constrangido
-ahn não? Estamos eu você e mais quem aqui?

Leni não sabia o que dizer. Mas, por mais louco que parecesse, disse o que se passava na esperança de não perder aquela foda:

-falei com meu pênis. Ele deu pra falar comigo deste a hora que te viu.
-ah é? Você é louco ou acha que eu sou uma idiota? Então tá, minha xota tá dizendo que é melhor eu ir embora por que você é um tarado. Me leva pra casa agora – Suzan falou vermelha de tanta raiva, enquanto se acomodava no banco do carona e se arrumava.

Leni deixou Suzan em casa. Depois que loira subiu e fechou a perto, ele escutou:

-que foda, hein?
-cala boca! Já te disse! Ou eu te enfio num lugar que você não vai se esquecer.

Desde então, Leni não conseguia mais se concentrar com aquela voz falando o tempo todo.

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Contos Sujos - O pênis falante - parte 2


Se você não está acompanhando este conto, a primeira parte está logo aqui em baixo. Se está, manda bala na segunda!

Leni achou que aquilo era uma alucinação, fruto de tanta bebida misturada durante a noite. Porém, mesmo que seu saco não estivesse falando, uma coisa era certa: tinha que fuder com aquela mulher.

Resolveu tentar a sorte. Pegou mais uma dose, e ainda no balcão, virou o copo goela a baixo. A bebida desceu queimando. Foi o suficiente para ele tomar coragem. Levantou-se e caminhou rápido em direção a pista. Por alguns segundos ficou só observando a mulher subindo e descendo. Ela viu que alguém a comia com os olhos.

Começou a realizar movimentos ainda mais sensuais. Leni observava em transe. Porém, a viage nas curvas de Suzan foi interrompida pela mesma voz:

-anda, eu quero entrar lá! - disse o pênis
-mas que porra, cala a boca! - Leni respondeu gritando e gesticulando para o próprio orgão genital

Algumas pessoas perceberam a cena, e olharam sem saber o que extamente estava acontecendo. Leni voltou a si. Pensou no quão ridículo era aquilo. Porém, antes de mais nada, foi até o pé do ouvido de Suzan e soltou algumas doces palavras:

-deixa eu ver o que tem aqui em baixo...

Suavemente Lenin enfiou a mão por baixo do vestido de Suzan sem que ninguém percebesse. Enquanto as nádegas de Suzan roçavam o corpo de Leni, sua mão passeava descobrindo cada área. A loira tinha calafrios. Porém, tinha mais alguém querendo se divertir:

-ei cara, e eu? me coloca nessa jogada aí, anda logo!

Leni tentou ignorar, mas a voz continuava insistindo:

-cara, eu tô aqui durão, me ajuda aí!
-puta que pariu -disse Leni bufando.

Suzan virou o rosto para o homem dizendo:

-o que foi que você disse?
-perguntei se você não quer ir para outro lugar - falou Leni sem certeza
-é claro que quero. Com o tesão que você me deixou, você acha que eu vou ficar aqui?

Os dois caminharam rapidamente para a porta do Acustic. A noite ia terminar no Cadillac de Leni.

Continua...

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Contos Sujos - O pênis falante - parte 1




Leni não conseguia mais se concentrar. Seu pensamento se perdia a cada cinco minutos. Ao mesmo tempo não sabia o que fazer. Se sentia acuado. Louco. Suava. Enquanto digitava, aquela voz não parava de falar.

Há pelo menos 6 meses o pênis de Leni começara a falar. No início ele achou aquilo uma bobagem, mas com o tempo foi se tornando cada vez pior. Tudo começou quando Leni comeu Suzan depois de uma festa no Acustic (boate no centro de Big City). Aquela noite ele bebera tanto, que perdera a completa noção do que estava acontecendo.

Entrou no Acustic tarde, ventando, derrubando copos e logo encostou-se no balcão do bar prolongando seu porre. Doses de Martini e conhaque desciam como água. Ao mesmo tempo que sua embriaguez aumentava, um súbido tesão lhe tomava o corpo. Havia pelo menos 5 meses que ele usava seu pênis apenas para mijar.

Quando se deu conta do tempo que estava sem uma bimba, ele viu Suzan se acabando na pista. A loira subia e descia em um movimento único que só parava quando os peitos insistiam em sair do decote apertado. As mãos arrumavam o vestido, que logo já não dava conta de segurar o conteúdo.

As curvas da cintura e das nádegas torneavam o corpo esculpido. A essa altura do campeonato, Leni já estava mais bêbado que um porco, mas no meio do barulho e da música alta, uma voz se destacou, dizendo:

-vai lá, e me coloca lá

Leni assustou-se. Todos ao seu redor ou bebiam como ele ou se ocupavam de outra coisa. A voz voltou a falar:

-anda, vai lá e me coloca lá seu porra - em tom imperativo

Leni não entendeu. Assustou-se. Por um momento a embriaguez passou. Ele então pensou em voz baixa:

-eu bebi demais. Tá na hora de parar. Já to escutando vozes...

-ei, seu bebum, sou eu quem ta falando! Olha aqui pra baixo.

Leni olhou para baixo e algo se movia dentro da sua calça. Foi impossível não pensar:

-Que porra é essa? Meu saco agora deu pra falar?

Continua...

sexta-feira, 12 de março de 2010

Sujos Factual-Para presidente Vote 69



As eleições presidenciais estão próximas, e entre Titia Dilma e o Vovô Serra é difícil saber quem é mais rejeitado. Claro que daqui a pouco a campanha eleitoral da TV vem entreter a grande massa e enfeitar a falta de carisma e a falta de competência dos dois principais candidatos.

Há quem diga que o presidente Lula é o maior fantoche político que o Brasil já teve, mesmo que seja um fantoche, não é o fantoche perfeito, é cheio de defeitos e falhas de fabricação e por isso um bom presidente.

Se lhe falta a lucidez para tantas coisas, lhe falta a lucidez para entender a necessidade de seguir a risca um discurso e desliza muitas vezes genialmente para o seu saber popular (não to sendo irônico). Um bom presidente feito de erros e sinceridade.


Mas, quem temia o Brasil governado por fantoches se prepare, porque nem Dilma, nem Serra escaparão de ser mera figuração a frente de interesses alheios.

Nessas horas se não há a outro candidato que nos agrade o que fazer? Voto em Branco?

Errado. Votar em branco não é a atitude mais adequada não, porque os votos em branco podem ser contabilizados a um dos candidatos. Se quiser abrir mão do seu voto, anule-o.


Votando em um número inexistente de candidato, fica a sugestão: 69. Vote 69, Anule seu voto. Mas a tal urna eletrônica vai tentar complicar sua vida, dizendo que seu voto é inválido e vai pedir que confirme seu voto novamente. Então vá e digite denovo: 69.

Pronto assim o seu voto não poderá ser reaproveitado por algum dos candidatos que você se recuse a votar.

O Voto é um direito importante, se for para anulá-lo que seja com consciência. Então se desaprova esses candidatos medíocres. Vote: duas vezes, 69.


João Ninguém

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Sujos Factual - Titia Dilma no Superpop!


Há algum tempo aqui na coluna eu falei sobre o desespero que o PT tem passado para transferir o carisma do Presidente Lula para a Ministra da Casa da Civil, a candidata da base governista para suceder Lula.

Era de se esperar toda artimanha desmedida, mas confesso que não esperava nada tão patético quanto ao episódio de ontem à noite em horário nobre.

Eu na sintomática troca de canais que a TV brasileira causa em qualquer um acabei encontrando a carranca da ministra Dilma na RedeTV.


Acompanhada de Luciana Gimenez, Dilma se esforçava em demonstrar o lado de dona de casa, mãe de família, mulher e futura avó. E mais uma vez em vão.

Tentou fazer uma omelete à mexicana, mas nem de untar a frigideira ela se lembrou, resultado: parecia um ovo mexido que faço as pressas na falta de algo mais prático.


Dilma ainda quis se mostrar seu lado mulher brasileira, declarando que não resiste a um batuque, mas felizmente, não houve o convite para que ela desfilasse a graça de seu samba no palco, imagino que seria digno de um vômito da quase omelete.

Entrevista fraca teve no ponto chave a felicidade em ser vovó, de política pouco se falou, quem sabe ela não deixe a disputa pra cuidar do netinho, acho que seria uma vitória do Brasil.


Nada contra mulheres no poder, mas acho que quem aceita ter sua imagem tão manipulada pela disputa eleitoral, seja homem ou mulher, não merece o menor respeito dos eleitores.

João Ninguém

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

Sujos Factual - Há conserto para titia Dilma?


Marketeiro político nunca foi digno de pena só que dessa vez juro que quando penso na missão de alguns deles para as eleições do ano que vem, eu tenho me comovido com as frustradas tentativas das pobres almas.

Na missão impossível quem estrela não é Tom Cruise e sim nosso Mr. Simpatia, Presidente Lula, a história é toda meio maluca e sem explicação. Mas os senhores mágicos marketeiros precisam transferir a simpatia de Lula para a carrancuda Ministra da Casa Civil, Ministra Dilma Rousseff.

Após pressionada a Ministra foi obrigada a comparecer a uma dessas tantas CPI’s, terreno inimigo, não conseguiu escapar da CPI mas se safou com maestria das palavras venenosas e perguntas ferozes. Não bastasse escapar, ganhou para si uma áurea de mulher aguerrida, forte, sem medo dos urubus do congresso nacional.

E o partido dos trabalhadores, viu nessa imagem de durona a possibilidade de uma sucessora ao carismático operário que rege este país.

Grandessíssimo erro, a idéia de construir essa imagem de guerreira esbarrou na antipática presença da ministra. Além de uma mulher feia, não é capaz de um sorriso que contagie em seus palanques, não é sequer boa oradora.

Nesse momento outro fato político tiraria mais holofotes de Dilma, a saída da Ministra do Meio Ambiente Marina Silva – já cansada de perder a queda de braço para os ruralistas – revoltou-se com os caminhos que o PT havia tomado nos últimos anos. E, numa saída digna, pela porta da frente, os petistas descobriram e ao mesmo tempo viram partir a sucessora mais indicada a Lula. Mas não há volta, o que faz Marina forte é ter deixado o partido em grande estilo.

Nesse ínterim, como só restava mesmo Dilma para a sucessão e não há mais tempo para mudanças os marketeiros penam em sua mais complicada missão, dar outra cara à ela. A primeira tentativa - sem vergonha, diga-se de passagem – é transformar um pequeno carocinho nos seios em câncer grave superado: Mulher de fibra, força e superação, nada feito. Não deu certo e então tentaram vende-la como mãe do PAC. E nem o alvo dessa historinha da carochinha, o publico de menor renda beneficiado pelo programa engoliram essa piada de mau gosto.

No governo do analfabeto tantas vezes se ouve desclassificar os diplomados, que universidade não diz nada, que o maior pecado do ex-presidente é ser um estudioso, e etc., o próximo passo para vender Dilma seria construir imagem de mulher letrada graduada e pós-graduada, mas logo após espalhada essa imagem, descobre-se que a Ministra não detinha qualquer pós-graduação, coisa feia, mentir na cara dura, marketeiros? Não se faz! Ministra Rambo, Mãe do PAC, Mulher das Letras, nada funciona, e por fora a candidatura de Marina pelo PV cresce na rejeição de Dilma e também de na rejeição de Serra.

E o golpe desesperado dos marketeiros do governo está prestes a acontecer, com os riscos que o excêntrico Minc causa, em breve poderá ser dispensado do Ministério. E quem virá substituí-lo? Ministra Dilma Rousseff... Será que as pessoas engolirão melhor? Ministra do Meio Ambiente Dilma Rousseff? Questão ecológica na moda, ministra da responsabilidade social? Hahaha é de se rir.

O que Dilma não tem nem com o tempo que Lula esperou pra chegar ao governo alguém consegue consertar Dilma. Meus amigos , a nós eles não enganam, mas será que alguém levara essa piada ambulante a sério nas eleições ? Se esse marketeiros, forem capazes, eu juro que desisto da política. Cadê os ideais? Cadê os discursos ideológicos? Ganha a melhor propaganda? Espero que nosso semi-analfabeto povo tenha evoluído.

João Ninguém

LinkWithin

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...