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sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Contos Sujos - O pênis falante - parte 2


Se você não está acompanhando este conto, a primeira parte está logo aqui em baixo. Se está, manda bala na segunda!

Leni achou que aquilo era uma alucinação, fruto de tanta bebida misturada durante a noite. Porém, mesmo que seu saco não estivesse falando, uma coisa era certa: tinha que fuder com aquela mulher.

Resolveu tentar a sorte. Pegou mais uma dose, e ainda no balcão, virou o copo goela a baixo. A bebida desceu queimando. Foi o suficiente para ele tomar coragem. Levantou-se e caminhou rápido em direção a pista. Por alguns segundos ficou só observando a mulher subindo e descendo. Ela viu que alguém a comia com os olhos.

Começou a realizar movimentos ainda mais sensuais. Leni observava em transe. Porém, a viage nas curvas de Suzan foi interrompida pela mesma voz:

-anda, eu quero entrar lá! - disse o pênis
-mas que porra, cala a boca! - Leni respondeu gritando e gesticulando para o próprio orgão genital

Algumas pessoas perceberam a cena, e olharam sem saber o que extamente estava acontecendo. Leni voltou a si. Pensou no quão ridículo era aquilo. Porém, antes de mais nada, foi até o pé do ouvido de Suzan e soltou algumas doces palavras:

-deixa eu ver o que tem aqui em baixo...

Suavemente Lenin enfiou a mão por baixo do vestido de Suzan sem que ninguém percebesse. Enquanto as nádegas de Suzan roçavam o corpo de Leni, sua mão passeava descobrindo cada área. A loira tinha calafrios. Porém, tinha mais alguém querendo se divertir:

-ei cara, e eu? me coloca nessa jogada aí, anda logo!

Leni tentou ignorar, mas a voz continuava insistindo:

-cara, eu tô aqui durão, me ajuda aí!
-puta que pariu -disse Leni bufando.

Suzan virou o rosto para o homem dizendo:

-o que foi que você disse?
-perguntei se você não quer ir para outro lugar - falou Leni sem certeza
-é claro que quero. Com o tesão que você me deixou, você acha que eu vou ficar aqui?

Os dois caminharam rapidamente para a porta do Acustic. A noite ia terminar no Cadillac de Leni.

Continua...

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Contos Sujos - O pênis falante - parte 1




Leni não conseguia mais se concentrar. Seu pensamento se perdia a cada cinco minutos. Ao mesmo tempo não sabia o que fazer. Se sentia acuado. Louco. Suava. Enquanto digitava, aquela voz não parava de falar.

Há pelo menos 6 meses o pênis de Leni começara a falar. No início ele achou aquilo uma bobagem, mas com o tempo foi se tornando cada vez pior. Tudo começou quando Leni comeu Suzan depois de uma festa no Acustic (boate no centro de Big City). Aquela noite ele bebera tanto, que perdera a completa noção do que estava acontecendo.

Entrou no Acustic tarde, ventando, derrubando copos e logo encostou-se no balcão do bar prolongando seu porre. Doses de Martini e conhaque desciam como água. Ao mesmo tempo que sua embriaguez aumentava, um súbido tesão lhe tomava o corpo. Havia pelo menos 5 meses que ele usava seu pênis apenas para mijar.

Quando se deu conta do tempo que estava sem uma bimba, ele viu Suzan se acabando na pista. A loira subia e descia em um movimento único que só parava quando os peitos insistiam em sair do decote apertado. As mãos arrumavam o vestido, que logo já não dava conta de segurar o conteúdo.

As curvas da cintura e das nádegas torneavam o corpo esculpido. A essa altura do campeonato, Leni já estava mais bêbado que um porco, mas no meio do barulho e da música alta, uma voz se destacou, dizendo:

-vai lá, e me coloca lá

Leni assustou-se. Todos ao seu redor ou bebiam como ele ou se ocupavam de outra coisa. A voz voltou a falar:

-anda, vai lá e me coloca lá seu porra - em tom imperativo

Leni não entendeu. Assustou-se. Por um momento a embriaguez passou. Ele então pensou em voz baixa:

-eu bebi demais. Tá na hora de parar. Já to escutando vozes...

-ei, seu bebum, sou eu quem ta falando! Olha aqui pra baixo.

Leni olhou para baixo e algo se movia dentro da sua calça. Foi impossível não pensar:

-Que porra é essa? Meu saco agora deu pra falar?

Continua...

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Contos Sujos-Império Genital-Parte 3


Se você está acompanhando, segue a última parte de mais um conto sujo. Se não está, as outras duas partes estão aqui em baixo. Manda bala!

Tony engoliu a saliva com dificuldade. A respiração ficou ofegante. Era real demais para ser mentira. Lá em baixo, no grande pátio que se extendia até onde o olhar não mais poderia chegar, o povo gritava:

-viva o imperador! Ele irá nos salvar! Salve o imperador!

Tony pensou em algo para dizer. Resolveu entrar na brincadeira. Caminhou até o peitoril da sacada, levantando uma das mãos para o alto. Tentou começar o discurso:

-povo de Vaginium, eu, o imperador, não deixarei que nada...

Antes que terminasse a fala, um objeto voador parecendo uma flecha flamejante, passou voando por cima de sua cabeça, ardendo em fogo. Tony pensou:

-que porra é essa?

Quando olhou para a direção em que havia sido lançado, Tony percebeu que o objeto havia perfurado o peito de Álaro, o ministro. A esta altura ele já estava caído com todos ao seu redor. O imperador correu até o local para poder analisar a cena. Quando chegou teve uma nova surpresa. A flecha era um pênis voador, e estava cravado no corpo do ministro. Com as últimas forças, ele ainda disse a Tony:

-senhor, salve nosso país...

Logo após dizer, fechou os olhos, e sua respiração parou. Tony sentiu uma fúria tomar conta de si, levantou-se e gritou:

-quem esse Penetras acha que é?

Porém, ao virar-se, o príncipe Penetras já apontava um pênis voador flamejante para Tony. A dilexia temporal que o havia incomodado foi rapidamente suprimida pelo medo do que viria a acontecer. O olhar do príncipe revelava vingança. Penetras tomou a palavra:

-escravizarei seu país. Pegarei o Anel Anuslar. Mandarei você, imperador Tony, para as minas de Escrotal. E vingarei a morte de meu pai, morto por ti pelas costas a pauladas!

Tony só conseguiu dizer uma única palavra:

-fudeu.

O pênis foi disparado em direção ao tórax de Tony. Porém, antes que o fogo tocasse seu corpo, ele despertou em sua sala, com a garrafa de cerveja que estava tomando caída no meio da sala. O som estava mais alto do que o normal. Mesmo com a cabeça ainda rodando e latejando, e com o sono tomando-lhe todas as forças, ainda conseguiu pensar:

“amanhã Vaginium terá sua vingança”.

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