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terça-feira, 20 de setembro de 2011

Sujos Factual - Qual é a sua Pornstar Favorita?



Uma indústria em que o grande capital é a porra. O assunto de hoje será a indústria pornográfica adulta profissional, setor da economia em franca expansão com a popularização da banda larga em todo o mundo.

Quem aí nunca deu um pulinho no Xvídeos? Ou não passou algumas vezes pelo pornskimo para ver uma daquelas peitudas num hardcore cruel no meio de uma madrugada chuvosa de sábado? Estudos mostram que embora as vendas de DVDs pornográficos tenham caído 22% no último ano, o uso da internet continua alto entre consumidores de produtos da indústria do cinema adulto (é bom deixar claro, não apenas homens, mas mulheres tambpem, com o soft porn) – e só tende a crescer. A indústria pornográfica movimenta US$ 13 bilhões ao ano. É muita grana para muita bimbada.

Porém, no meio disso tudo o empresário Larry Flynt, um dos magnatas do setor da porra está pedindo ao governo americano uma ajuda de US$ 5 bilhões para revitalizar sua máquina de fazer sexo.


O engraçado de tudo isso é que as pesquisas indicam que o consumo de pornografia na rede cresce em uma escala incrível. Porém, existe um desencontro aí: é que qualquer um pode consumir de graça, chegando com apenas alguns cliques, bem pertinho de sua pornstar favorita. É mais uma consequência brutal e grotesca de um mundo cada vez mais conectado e liberal, e escondido por trás de apelidos e máscaras na web. Indústria em expansão, mas com produtos pirateados e distruição livre em escala global, perceberam?

As mesmas pesquisas que indicam este crescimento mostram também que pessoas que possuem parceiros que consomem pornografia se sentem traídas, e consequentemente menos felizes. Vejam bem: antes disso tudo, as Playboys e G-magazines já rodavam pelas bancas e pelas mãos de homens e mulheres que queriam uma distração ocasional. Porém, parece que é a fartura e o fácil acesso que formam este sentimento de impotência diante da maré de porra encontrada na rede.


Hoje, outro vídeo com conteúdo de gosto literalmente duvidoso foi colocado à disposição na web, para quem quisesse assistir. O "sanduíche de buceta", vídeo que tem como protagonista uma garota passando maionese em seu orgão genital rodou pela internet, espalhando-se em uma grande onda de acessos por todos os cantos. O mais incrível é que provavelmente, os mesmos que se sentem lesados com os parceiros que consomem Lisan Ann e Katja Kassim provavelmente curtiram e compartilharam o conteúdo do vídeo.

Vai entender não é? O lance mesmo deve ser gozar.

Por @biancocunha

terça-feira, 21 de junho de 2011

Contos Sujos - Diálogo com a Morte - Parte 3


Se você não está acompanhando este conto, leia as primeiras partes logo aqui em baixo. Se está, manda bala na última!


Marcelo refletiu por um momento. Tinha agora um semblante bem mais tranqüilo. Passou a enxergar no Barman uma figura de extrema sabedoria e paz interior. Em seguida, com um leve sorriso, ponderou:

Marcelo: Mas, Sr. Morte, eu estou morto, não se lembra?
Barman: Ah, sim! (risadas) Você está morto.

Os dois caíram em gargalhadas, até que chegou o barco que levaria Marcelo até o Julgamento. Era um pequeno bote com dois remos. Curiosamente, ele chegou vazio.

Barman: Vamos lá, Marcelo. Vou te conduzir até a sala do Julgamento. Não tenha medo. Entre no barco.
Marcelo: Você me garante que não preciso ter medo?
Barman: Eu prometo. Repito, aqui não é a Terra. Não existe o medo.

O barco saiu em direção ao infinito do oceano. O Barman remava pacientemente, e os dois continuaram conversando.

Marcelo: Sabe, Sr. Morte, aqui parece ser muito melhor do que lá na Terra. Esse paraíso me passa agora uma paz que eu nunca tive.
Barman: Mas aí está o grande desafio de Deus, garoto. Encontrar a paz num ambiente caótico como tem sido a Terra. Aqui é muito fácil ter paz.

Os dois continuaram conversando, até que o celular do Barman tocou. Era Deus. Conversaram por algum tempo, até que o Barman desligou o celular e disse:

Barman: Bom, rapaz, nós temos aqui um engano. Você não devia estar morto.
Marcelo: O que?! Como assim?
Barman: É isso mesmo. O Senhor me contactou agora e me disse que houve um engano. Você está se recuperando no hospital. Está inconsciente, mas fisicamente está bem.
Marcelo: Impossível. Eu estou morto sim. Quero ficar aqui, não quero voltar para aquele inferno lá embaixo.
Barman: Mas não está na hora de você morrer. Você terá que voltar, Marcelo. Obedeço a ordens superiores.
Marcelo: Não, Sr. Morte, por favor. Não quero viver.
Barman: Sinto muito, garoto. Reencontraremos-nos novamente. Leve os aprendizados que você teve aqui e aproveite a vida. Ah, e não se candidate a nenhum cargo político.

O Barman pegou uma âncora no fundo do barco, enquanto Marcelo se mostrava confuso e cabisbaixo novamente. Em seguida, completou:

Barman: Irei amarrar essa âncora em um de seus pés. Em seguida você vai pular dentro d’água e vai acordar na Terra em pouco tempo.

O Barman foi andando em direção a Marcelo, que retrucou:

Marcelo: Vamos fazer negócio, Sr. Morte.
Barman: Aqui não tem negócio, garoto. Vamos amarrar isso em seus pés.

O Barman tentou entregar a âncora a Marcelo, porém este se assustou e começou a andar para trás. Deu dois passos e tropeçou na borda do barco, caindo dentro d’água.

Cerca de duas horas depois, Marcelo abriu os olhos. Estava no hospital, e sentindo-se muito bem, por sinal. Sua mãe soltou um grito de alegria, e em seguida começou a chorar. Mãe e filho se abraçaram, e começaram a conversar sobre os sentimentos que cada um teve durante a inconsciência de Marcelo. No fim do diálogo, sua mãe revelou:

Mãe: Marcelo, você disse algo, mais ou menos uma hora antes de acordar.
Marcelo: Ah, é? O que foi que eu disse?
Mãe: Acho que você disse: “Somos bons porque somos bons”

Arthur Viggi

Contos Sujos - Diálogo com a Morte - Parte 2


Se você não está acompanhando este conto, a primeira parte está logo aqui em baixo. Se está, manda bala na segunda!

O Barman, que estava agora limpando alguns copos, parou pacientemente e se virou novamente para Marcelo.

Barman: Olha, Marcelo, não existem mentiras desse lado. Você está morto mesmo. Sofreu um acidente de trânsito quando ia para a faculdade. Sinto muito, o que posso fazer agora é lhe conduzir ao Julgamento.

Marcelo: Julgamento? Que Julgamento?

Nesse momento Marcelo se beliscou várias vezes e até chutou uma cadeira para certificar-se de que não estava sonhando. Então, começou a chorar.

Marcelo: Como assim eu tô morto? Não é possível, eu sou muito jovem pra isso. Nem aproveitei a vida direito. Estudei pra cacete. Não faço mal a ninguém. Não posso morrer agora.
Barman: Mas você já morreu. E além disso, você vai se acostumar com este lado. Aqui não existem mentiras, nem lugares, nem dinheiro, nem desigualdade social, nem filósofos e nem advogados.
Marcelo: E quem é você afinal?
Barman: Não faça mais perguntas, por favor. As pessoas nunca gostam de mim depois que sabem quem eu sou.
Marcelo: Eu insisto. Você é minha única companhia nesse lugar e quero saber quem é você.
Barman: Tudo bem. Vou dar uma dica: meu nome começa com “M”.
Marcelo: Maluf?
Barman: Não, seu idiota! Eu sou a Morte. Sou o responsável por pegar as pessoas que estão vivas e levar para o Julgamento.
Marcelo: O que? Então foi você quem me trouxe até aqui?
Barman: Sim.
Marcelo: Seu cafajeste. Como pôde?
Barman: Eu te disse que ninguém gosta de mim. Por que insistiu em saber meu nome?

Marcelo sentou-se em uma das cadeiras e finalmente começou a beber o coquetel.
Estava agora fechado e cabisbaixo. O homem prosseguiu com a conversa:

Barman: Olha, as pessoas morrem, e a morte não tem idade. Você deve saber muito bem disso. Contente-se com a vida que teve e aceite o papel que está assumindo agora. Quanto mais facilitar as coisas, mais rápido sairá daqui. Deixe-me fazer meu trabalho.

Marcelo, que estava olhando pro chão e bebendo o coquetel, voltou a falar:

Marcelo: Mas você falou em Julgamento! E se eu for pro inferno?
Barman: Aqui não existe nem céu nem inferno. Nosso julgamento não é o julgamento que vocês usam na Terra. Aqui não existe Constituição, todas as pessoas já pagaram pelos seus erros quando estavam vivas. O Julgamento é um evento simbólico que representa o fim da vida e a plenitude da paz. Sem cadeias, sem advogados. No seu planeta as pessoas mais ricas utilizam seus recursos para acumular ainda mais recursos, sem se preocupar com a exploração da mão-de-obra, com as florestas e com o que vocês chamam de Lei. No final elas acabam se afogando na própria ganância. A sentença da Terra é o ódio e a rejeição. Aqui a sentença é a paz. As pessoas caminham juntas, sem distinção de classes. É uma versão transcendental do que vocês chamam de comunismo.

Marcelo: Entendi. Mas então quer dizer que as religiões estão erradas?

Barman: As religiões são uma má interpretação da idéia de Deus. Toda instituição humana tem corrupção e abusos, e a Igreja não é diferente. Ela se mistura com a política e costuma ter os mesmos interesses dos mais poderosos. Reproduz a lei dos homens na lei de Deus. Fala como se aqui existissem cadeias e cadeiras elétricas. Mas isso não se aplica, é claro, a todas as pessoas que participam dela. No entanto, as pessoas devem ter senso crítico. Devem ajudar aqueles que se mostram merecedores de ajuda. A solidariedade sem mediações é a melhor forma de entrar em contato com Deus, e muitos não percebem isso. Preferem procurar instituições burocráticas como a Igreja para alimentar seus espíritos. O conceito de Deus vai muito além do conceito de instituição. O homem, por si só, já carrega bondade, moral e ética dentro de si. Não é preciso ter uma religião para saber os mandamentos de Deus. Os mandamentos estão na genética humana. Quando somos amigos, compreensivos e benevolentes uns com os outros, a vida naturalmente nos devolve as coisas boas que semeamos. E quando fazemos o contrário, ela nos devolve o contrário. Aqui as pessoas equilibram seus instintos com a razão e assim encontram o verdadeiro caminho da felicidade. Sem igrejas, sem dinheiro, sem posses.

Marcelo: Hummm... Muito interessante. Então quer dizer que é impossível ser feliz na Terra? Pois lá coisas como a posse sempre irão existir...
Barman: Não é impossível. Na verdade nem é tão complicado ser feliz. Porém no seu planeta existe o capitalismo, e não se pode simplesmente ignorá-lo. O homem se torna corrupto quando se trata de poder e de dinheiro, e o sistema econômico de vocês nunca vai mudar. O que eu penso é que você pode fazer mudanças em sua própria realidade, sem ter que apelar para o sistema, que é muito burocrático. Então, te aconselho a ajudar o próximo seguindo os mandamentos que estão impressos nos seus genes. Não se meta com a política, mude o que está ao seu alcance e aí você descobrirá a felicidade.

Continua...

Contos Sujos - Diálogo com a Morte - Parte 1


Marcelo Freire tinha 28 anos de idade. Era jovem demais para morrer, mas, infelizmente, já estava quase morto. Estava indo para a faculdade numa noite de segunda-feira quando atravessou uma rua de mão-dupla, com o sinal fechado, e por descuido olhou somente para um dos lados. Era estudante de Direito e tinha se formado em Filosofia, mas trabalhava como carteiro.

Estudava agora para ser advogado e ganhar o dinheiro que não ganhou como filósofo, deixando o emprego de carteiro de lado. Foi atropelado por uma ambulância que estava sem nenhuma emergência no momento, e, portanto não passou com a sirene ligada. É até irônico alguém morrer atropelado por uma ambulância. Marcelo sempre teve medo do trânsito e na maioria das vezes esperava o sinal verde para atravessar a rua.

Mas desta vez estava atrasado para a primeira aula e nem olhou para o semáforo. Ele pensava muito sobre a quantidade de vezes que quase somos atropelados no trânsito, e definitivamente não considerava essa uma forma nobre de se morrer. Concordo com a visão do quase-morto, acredito que o Ministério da Saúde fará no futuro uma campanha contra os atropelamentos no trânsito.

As multas passarão a vir com uma advertência atrás, com mensagens do tipo: “Atravessar causa impotência” e “Dirigir pode causar dependência física e psíquica”.

Foi então que Marcelo se viu numa praia paradisíaca. Estava muito próximo do mar. As ondas quebravam e a água chegava sutilmente até seus pés. O céu estava muito limpo e o sol quase se pondo. Não via ninguém e nada além de água, areia e uma cabana no fundo da paisagem. Resolveu ir até lá pedir informações.

Chegando lá, encontrou um homem alto, vestido de terno preto e com um chapéu inclinado. A cabana tinha garrafas de todos os tipos de bebidas que se pode imaginar, e o homem estava misteriosamente preparando um coquetel em um lugar deserto como aquele. Marcelo interrompeu-o:

Marcelo: Com licença. Onde a gente está?
Barman: Nós não estamos em lugar nenhum. Não existem lugares aqui desse lado.
Marcelo: Como assim? Eu tenho que ir pra faculdade. Me diz como eu chego no Centro da cidade.
Barman: Aqui desse lado não existem cidades. Estamos esperando o barco, tenha paciência.

O Barman serve o coquetel a Marcelo.

Marcelo: Você é um cara muito estranho. Vamo falar com clareza aqui. Eu quero saber agora como eu chego no Centro da cidade. Tô atrasado, pó. Pára de me enrolar e fala logo, por favor.
Barman: Esse lugar não tem saída. Sente-se aí e fique a vontade. A única saída é através do barco.
Marcelo: Como assim não tem saída? Todo lugar tem uma entrada e uma saída, a não ser que a gente esteja numa ilha.
Barman: Nós estamos numa ilha. Se chama ilha do Alem.
Marcelo: Ah, tá. E por acaso eu estou morto?
Barman: Bom... sim.
Marcelo: Eu só posso tá sonhando.

Continua...

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

Contos Sujos - 5 minutos ou mais - Parte 1


Havia pouco mais de duas semanas que Judy e Zak estavam saindo. Judy sempre fora o objeto de desejo de 9 entre 10 caras da área central de Big City. Todos a conheciam, ou melhor sabiam quem ela era. Suas mini saias curtíssimas deixavam as pernas grossas e malhadas expostas, simplesmente pela vontade de ver machos babando por todos os lados.

O colo estava sempre exposto, e os seios, brancos como leite, brilhavam com a luz do sol que refletia. O brilho era ainda mais intenso por conta da última plástica, que os deixou ainda mais cheios e empinados. Os cabelos ruivos davam o toque de sedução final, brindado com seus 21 anos, que se traduziam em um rosto clássico de ninfeta escolar.

Apesar de cultivar hábitos finos, a garota tinha vocação para chamar a atenção, e fazia questão. Nutria algum tipo de sentimento especial a cantadas baratas, principalmente aquelas que extrapolavam o pudor babaca. Outra paixão era a noite. Pelo menos três vezes por semana era possível encontra-lá dançando em alguma espelunca do centro, bebendo, fumando e as vezes aprontando algo ainda mais sagaz.

Zak saiu de casa sem esperar muita coisa. Havia tempo que em sua intensa procura, não encontrara nada que o deixasse satisfeito. Drogas, alcóol ou mulheres. As coisas perdiam o sentido gradativamente.

Passava longe de ser bonito. Muito pelo contrário. As noitadas intensas o deixavam sempre com uma cara de acabado. O topete caía pela testa, cada vez mais ralo. Mas ainda sim era capaz de manter seu charme, escondido atrás de uma confiança invejável. Como costumava falar, “bastavam cinco minutos para que qualquer porta se abrisse para ele”.

O destino da noite já estava traçado. Iria passar em qualquer bodega no caminho e comprar gim e tônica.Talvez rum. levaria também cigarros, de filtro vermelho. Tocaria o carro para o centro de Big City. Lá teria duas escolhas: a Dramini, boate tecno house de clubers e pseudo cults da cidade ou o Latin, um clube de dança recém inaugurado. Desta vez, iria no seu cadillac 75.

continua...

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Contos Sujos - Filme na TV


Se você não está acompanhando este conto, a primeira parte está aqui em baixo. Se está, manda bala na segunda:

DeLarge resolveu então verificar se seu pai estava na cama. Andando como um felino, chegou até o quarto dos pais, e a porta estava entreaberta. Deu um empurrãozinho, e assim pôde confirmar que ele estava fora da cama, ou, pra ser mais exato, na cama da empregada. Brian sentiu, mais uma vez, uma mistura de pânico com surpresa.

Logo, depois sentiu uma revolta indiscritível e desejo de condenar seu pai à vergonha de ser apanhado em flagra. Então, num impulso, acordou sua mãe, Monica Manson.

- Mãe... Mãe... acorda.... tem alguém transando com a Mathilde, e acho que é o meu pai.

- Você está louco, menino? Ele deve estar no banheiro. – disse Monica

- Não, mãe, eu tenho certeza que era um homem com ela. E que homem está aqui em casa agora, além do meu pai e eu?

- Ai, meu Deus, só você mesmo pra ter essas paranóias. Vamos lá ver o que é isso, mas já vou avisando que se houver algum constrangimento vai ter...


Os dois saíram do quarto, em direção ao fundo da casa, mais precisamente ao quarto de Mathilde. Vincent de fato estava no banheiro, como a mãe supôs. Estava no banheiro de Brian, completamente nu, passando as páginas de uma Hustler que encontrou em cima da cama do filho.

Estava admirando uma parte da revista em que tinha uma mulher nórdica, de cabelos longos e loiros, e seios fartos.

Vincent sonhava acordado com a bela nórdica da revista, e de repente ouviu gritos femininos. Imediatamente pensou que havia um ladrão na casa, e saiu do banheiro suando frio, e é claro sem se preocupar com o fato de estar sem roupa.

O que aconteceu foi que realmente Monica acreditou no que Brian havia dito, após também ter ouvido os gemidos. E, aparentemente, abriu a porta disposta a flagrar o marido.

Porém, ao entrar deu de cara com a empregada deitada na cama, também completamente nua, assistindo ao mesmo canal que Brian assistia, porém com o volume bem mais alto. Como já era de se esperar, ambas as mulheres começaram a gritar, envergonhadas. Brian não falou nada, e nem queria. Apenas queria olhar Mathilde nua.

terça-feira, 12 de janeiro de 2010

Contos Sujos-Filme na TV


Hoje é sábado. Um dia especial para Brian DeLarge. Passou o dia inteiro esperando o domingo chegar. Mais precisamente, o comecinho do domingo. Mas a hora ainda não chegou. Falta pouco. Brian está “lendo” umas páginas da Hustler enquanto espera seus pais se retirarem ao quarto. Agora sim. Ele ouviu o barulho de uma porta fechando e viu uma luz se apagar.

Pronto, o caminho está livre até a sala de televisão. Brian vai andando até o banheiro, pega um pedaço de papel higiênico, depois segue para a sala de TV. Aparelho ligado, ele quer ver o canal erótico/pornô mais próximo. Ou então vai ter que imaginar a mulher do noticiário nua.

Depois de mais ou menos meia hora tentando decidir, acabou optando pelo canal onde passava uma espécie de Cine Privè. Enquanto assistia TV, com as mãos ocupadas, ouviu um abrir e fechar de porta. O quarto mais próximo era o de Mathilde Monroe. Mathilde era a empregada da casa, e Brian concluiu que ela tinha ido ao banheiro. Pouco depois, porém, teve a impressão de ouvir um gemido.

Um gemido diferente, do mesmo tipo do que vinha do filme que estava vendo, mas não emitido pela televisão. Brian então levantou o short, abaixou o volume da TV e começou a se aproximar do quarto. Quanto mais perto chegava, mais evidente se tornava o gemido. Até que Brian colou o ouvido junto à porta do quarto. “Isso é..... som de SEXO!”, pensou ele, com um sorriso malicioso estampado na cara.

Brian se divertiu vários minutos com a idéia excitante de que alguém estava fazendo sexo com a empregada. Porém, de repente lhe veio na cabeça uma boa pergunta: “Se não tem nenhum homem na casa além de meu pai e eu, quem é que está comendo a Mathilde?” Foi assim que Brian entrou em pânico. Nunca tinha passado pela sua cabeça a idéia de que seu pai, Vincent Brosnan, poderia algum dia cometer adultério.

continua...

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