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quinta-feira, 20 de maio de 2010

Conto Sujos - Descarregando - Parte 3


Se você não está companhando este conto, dá uma olhada nas duas primeiras partes logo aqui em baixo. Se está, manda bala na última!

Seu olhar só foi alterado quando as primeiras palavras foram ditas por ela:

-nunca veio aqui, não é?

-sim.. ou melhor não, é a primeira vez – gaguejou e culpou-se por isso

-não é só a primeira vez que você está aqui, certo?

-o que você está querendo dizer? –tentou encorpar a voz, o que pareceu ridículo para a mulher

-nunca esteve com uma mulher antes. É sua primeira vez... – ela disse se insinuando

-claro que não, já estive com muitas mulheres - Tedd rebateu

-se você mentir, vai dificultar as coisas. Mentirosos aqui não costumam durar muito.

Tedd ficou sem ação. Sentiu-se envergonhado. Por um momento foi tomado por uma sensação de fracasso, pois por 16 anos, enquanto todos os seus amigos já furavam as garotas da escola, ele nunca tinha conseguido nada. Tinha sobrevivido a base de muita punheta. A mulher continuou o diálogo:

-não é só você que vem aqui nesta situação. Fique a vontade.

A mulher passou uma das mãos por entre as pernas de Tedd suavemente. No fim, apertou o pênis de Tedd, contraindo seu corpo contra o do garoto. Começou um lento movimento de cima para baixo, por cima da roupa. Continuou:

-sei que você tem feito muito isso durante todo esse tempo (simulava uma masturbação). Mas posso fazer isso por você,,,

Tedd surpreendeu-se. Mas repreendeu a mulher:

-não quero mais isso, por 16 anos foi assim

A mulher recostou seus lábios no rosto do garoto e disse:

- bom garoto. Agora que disse a verdade, posso fazer mais por você...

Tedd e a mulher subiram para um cômodo acima do local onde acontecia o coquetel.
Pensou em quanto tempo havia perdido com filmes e revistas. Sentiu-se mal por alguns instantes, mas logo viu que já tinha outras coisas para resolver.

quarta-feira, 19 de maio de 2010

Conto Sujos - Descarregando - Parte 1


Havia muitos lugares que um jovem poderia ir na noite de Big City. Principalmente se estivesse procurando compania para passar a fria madrugada da cidade. Além dos cassinos, tradicionalmente conhecidos pelas bebedeiras sem fim, haviam as boates e clubes noturnos. Porém, o que Tedd queria não seria encontrado em nenhum desses lugares.

Tinha que descarregar 16 anos de punhetas e filme pornô de segunda. Havia juntado o dinheiro suado para pegar a melhor da noite. E não poupou. Pegou o táxi e foi ao Dickmans, na área norte da cidade. O Dickmans era tradicionalmente conhecido por ter as melhores acompanhantes da cidade.

Era assim que deveriam ser chamadas. Os que se metiam a engraçadinhos eram colocados para fora do lugar. O local funcionava com um esquema de coquetel. Pagando a entrada, o cliente poderia desfrutar de tudo. Ou quase tudo. Exceto as mulheres. Nenhuma era obrigada a se deitar com que não quisesse, mas a fama do lugar era tão grande, e as mulheres eram tão fenomenais, que até os que nada conseguiam não ousavam falar mal da casa.

Quando Tedd desceu na porta do clube, teve receio do que estava fazendo. Não sabia ao certo se gastar todo aquele dinheiro ali, em um lugar que poderia não dar retorno algum, seria a melhor alternativa. Mas logo que cruzou a porta do clube, não teve dúvidas. Mulheres que ele nunca havia visto em Big City desfilavam de um lado ao outro. Lindas.

Algumas trajes de festa. Outras com roupas mais descoladas. Ao mesmo tempo que deslumbrou-se com o ambiente, não soube o que fazer. Resolveu pegar uma bebida para tentar relaxar e decidir o que fazer.

continua...

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

Contos Sujos-Bronha Caseira-Parte 3


Se você não está acompanhando, as duas partes estão logo aqui em baixo. Se está, manda bala no fim de mais um conto sujo!

Não demorou muito para que as últimas peças de roupa deixassem o corpo de Mariem. O Sutiã suspendia os fartos seios deixando-os incrivelmente empinados. O último gole na cerveja desceu junto com a calcinha. Todas as curvas da mulher agora estavam à mostra. Ela continuava seu movimento, como se soubesse que alguém a observava.

Frank fazia movimentos cada vez mais rápidos. Suava, e parava ofegante. Recomeçava. Observa fixamente, sem qualquer tipo de pudor. Apesar da pouca luz, tinha noção que alguém poderia ver o que ele estava fazendo. Foi exatamente o que aconteceu.
Mariem caminhou até a janela, e fez algo que nunca tinha feito antes. Abriu a janela de vidro do seu quarto e se escorou nua no párapeito, observando a rua.

O vento soprava frio pelo beco que separava os dois prédios. Frank nunca tinha tido uma visão tão perfeita da mulher. Conseguia enxergar tudo. O movimento atingiu uma velocidade ainda mais rápida que o normal. Deu uma última olhada para a mulher. Fechou os olhos. Um espasmo. Sem perceber, havia sujado toda parede de seu apartamento. O líquido ejaculado descia formando um borrão. Quando abriu os olhos, procurou Mariem. Ela não estava mais lá.

Por um momento não achou aquilo um bom sinal. Foi até o banheiro e se limpou. Procurou ali mesmo um pano para limpar a cagada que havia feito. Achou apenas papel higiênico. Pensou: - que porra! – sem seguida, deu uma risada com o sentido que a frase havia tomado. Enquanto fazia o trajeto de volta para a sala, uma supresa. A campainha tocava apressada. Blasfemou contra a situação:

-como alguém vai entrar aqui, e ver essa merda na parede!

Reticente, resolveu atender. Quando abriu a porta, levou um susto. Era Mariem, apenas de roupão. Frank babujou algo. Mas foi Mariem, que tomou as rédeas da conversa:

-vi o que você estava fazendo.

Frank, respondeu constrangido, tentando disfarçar:

-eu não estava fazendo nada...

Ela respondeu:

-entendi. Então quer dizer que você não tem tesão em mim, certo?

-nunca a vi antes... – a mentira estava na cara dele.

Mariem abriu seu roupão deixando seu corpo à mostra para Frank, enquanto finalizava a conversa:

-tudo bem então, já que não faz diferença pra você, amanhã quando chegar do trabalho a cortina estará fechada e você não vai mais ver isso aqui – disse as últimas palavras fechando o roupão, e se virando para descer a escadaria.

Frank, não entendeu nada. Fechou a porta, e começou a limpar a merda que já começava a grudar na parede. Depois disso, foi para o banheiro e pensou em Mariem. Ali, o estrago seria bem menor.

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